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Tinto

Os tintos da seleção são Spätburgunder (Pinot Noir) de Bauer, no Mosel, e Pinot Noir de Tidebrook, em East Sussex. Clima fresco nas duas regiões.

Tinto

Spätburgunder é Pinot Noir, e Schwarzriesling não é Riesling

A Alemanha é o terceiro maior produtor mundial de Pinot Noir, depois de França e dos Estados Unidos. Na Noruega isso é pouco conhecido, em parte porque na Alemanha a casta tem outro nome.

Spätburgunder é o nome alemão do Pinot Noir. A palavra significa «borgonhês tardio», por oposição ao parente de maturação precoce Frühburgunder. Consoante o teclado, aparece escrito de três formas: Spätburgunder, Spatburgunder e Spaetburgunder. É a mesma casta.

Schwarzriesling é Pinot Meunier, a terceira casta de Champagne. O nome engana: não tem qualquer parentesco com o Riesling, e recebeu o nome por as folhas serem parecidas. Em francês chama-se Meunier, «moleiro», por causa da penugem farinhenta na face inferior da folha.

O que as duas têm em comum aqui é o clima fresco. Isso dá corpo mais leve, acidez mais alta e mais fruta vermelha do que o Pinot Noir de zonas mais quentes, com álcool habitualmente entre onze e treze por cento. Servidos ligeiramente frescos, a cerca de dezasseis graus, a fruta sobressai com mais clareza.

Todos os Spätburgunder da seleção, tinto e rosé, estão reunidos na página do Spätburgunder.

Do Dão chegam dois tintos da Quinta da Fata, Clássico e Reserva, ambos de Touriga Nacional, Alfrocheiro, Jaen e Tinta Roriz, pisados em lagares de granito. O Reserva estagia seis meses em carvalho francês e americano. Ambos vão entrar em breve na seleção.